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5 lições que aprendi com “O Vendedor de Sonhos”

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No início do ano fui convidada para assistir ao filme “O Vendedor de Sonhos”, baseado no livro homônimo do famoso escritor brasileiro Augusto Cury. Cury, além de escritor, é médico psiquiatra e professor e suas obras são no estilo autoajuda, então sempre tive um certo preconceito. Decidi de última hora assistir ao filme, então não havia visto o trailer nem sabia o contexto da história. Estava preparada para ser um saco, quem sabe até dormir. Mas não foi assim. Não foi mesmo. O filme me surpreendeu muito com a história bem traçada, e suas criticadas “frases de efeito” me fizeram dar uma olhada dentro de mim e na minha vida, e acabei aprendendo muito com elas. Sendo assim, separei aqui 5 lições que aprendi com o filme “O Vendedor de Sonhos”.

Sinopse: Júlio César (Dan Stulbach), um psicólogo decepcionado com a vida em geral, tenta o suicídio, mas é impedido de cometer o ato final por intermédio de um mendigo, o “Mestre” (César Troncoso). Uma amizade peculiar surge entre os dois e, logo, a dupla passa a tentar salvar pessoas ao apresentar um novo caminho para se viver. Adaptação do best-seller homônimo do psicoterapeuta e escritor Augusto Cury.

  1. “Os suicidas, mesmo os que planejam a morte, não querem matar-se, mas matar a sua dor.”

No início do filme, o psicólogo Júlio César está na beira de um prédio, pensando em se jogar, e é aí que ele e o Vendedor de Sonhos se encontram. Uma constatação muito importante é que quem planeja a morte muitas vezes o faz para fugir dos problemas que tem na vida e não necessariamente por não querer viver. É importante prestarmos atenção àquelas pessoas que dão sinais de não estarem bem, para quem sabe conseguirmos amenizar as dores que elas sentem e ajudá-las a terem esperanças de melhorar.

  1. “O primeiro a ser beneficiado pelo perdão é aquele que perdoa, não o perdoado”

Uma vez li que guardar rancor é o mesmo que tomar veneno e esperar que o outro morra. Os sentimentos negativos fazem muito mal para nós mesmos, então devemos ser o mais “de boas” o possível, haha. Enquanto você está aí remoendo o que a pessoa fez, ficando de mau humor e descontando em todo mundo, a outra pessoa pode estar vivendo a própria vida, e você aí, afastando todo mundo.

  1. “O ser humano não morre quando o coração para de bater, morre quando, de alguma forma, deixa de se sentir importante”

Muito se fala dos “mortos vivos”, aqueles que morrem em vida por se tornarem escravos da rotina, das coisas que não gostam, por viverem uma vida sem sentido. Viver, de fato, é evoluir, é sentir prazer, é sentir motivação de ser melhor. Enfim, qualquer coisa que não seja continuar estático, no mesmo ponto, para sempre.

  1. “Todo mundo merece uma segunda chance”.

Em tempos de intolerância essa frase é uma grande polêmica… Pense bem: você nunca fez algo errado, vacilou com alguém, se arrependeu e desejou que isso fosse deixado de lado em função das coisas boas que já fez ou pretende começar a fazer? Olha, se isso nunca aconteceu com você, me diz, porque acho difícil! Todos merecemos segundas chances porque todos erramos, é parte da vida. Perdoar pode ser uma questão de empatia: se não sou perfeito, por que exigir que o outro nunca erre?

5. Uma pequena vírgula, para que eles continuem a escrever sua história.

E o trecho que mais me chamou atenção no filme, que mostra que todos podemos recomeçar:

“— Eu procuro vender coragem para os inseguros, ousadia para os fóbicos, alegria para os que perderam o encanto pela vida, sensatez para os incautos, críticas para os pensadores.

— E para os que pensam em pôr um ponto final na vida, procuro vender uma vírgula, apenas uma vírgula.

— Uma vírgula? — perguntou, confuso, o sociólogo.

— Sim, uma vírgula. Uma pequena vírgula, para que eles continuem a escrever sua história.”

Espero que sempre que você sentir vontade de desistir você se lembre de usar uma vírgula e continuar escrevendo sua história, da melhor maneira possível e que você possa viver momentos de felicidade!

E então, pessoal, vocês assistiram ao filme ou leram o livro? O que acharam?

Espero que tenham se inspirado pelo post e que levem alguma lembrancinha para os momentos difíceis!

Muito obrigada por tudo!

Beijinhos!!!

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